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Dia Mundial da Alimentação

16 Outubro 2019 | Notícias

No dia Mundial da Alimentação, o Hospital Particular de Viana do Castelo não possui uma ementa específica, pois o lema desta unidade hospitalar é promover a alimentação mediterrânea durante todo o ano. As nossas ementas, são elaboradas de acordo com os princípios deste padrão alimentar:

  • consumo elevado de alimentos de origem vegetal (cereais pouco refinados, produtos hortícolas, fruta, leguminosas secas e frescas e frutos secos e oleaginosos);
  • consumo de produtos frescos, pouco processados e locais, respeitando a sua sazonalidade;
  • utilização do azeite como principal gordura para cozinhar ou temperar alimentos;
  • consumo baixo a moderado de lacticínios;
  • consumo frequente de pescado e baixo e pouco frequente de carnes vermelhas;
  • consumo de água como a bebida de eleição e baixo e moderado consumo de vinho a acompanhar as refeições principais;
  • realização de confeções culinárias simples e com os ingredientes nas proporções certas;
  • prática de atividade física diária;
  • fazer as refeições em família ou entre amigos, promovendo a convivência entre as pessoas à mesa;

Ancel Keys foi o investigador americano responsável pela divulgação da Dieta Mediterrânica, após realização de um estudo em diversos países do Mediterrâneo nos anos 50 (século XX), onde verificou que o aumento do aparecimento de doença coronária estava relacionado com um aumento do consumo de gorduras, sobretudo de gorduras saturadas.

A exceção verificou-se na bacia do Mediterrâneo onde, apesar do consumo elevado de gordura, o surgimento de enfartes do miocárdio era menor. Esta relação despertou o interesse do investigador, tendo concluído que se deveria ao facto de o tipo de alimentação e, entre outros aspetos, a gordura consumida nestes países ser o azeite.

Desde então, a DIETA MEDITERRÂNEA, tem vindo a ser bastante estudada nas últimas décadas. Diversos estudos científicos sugerem que este tipo de dieta se associa a uma maior longevidade e diminuição de risco de desenvolvimento de diversas doenças, sendo considerada uma das dietas mais saudáveis do mundo.

O reconhecimento da Dieta Mediterrânea em Portugal, Espanha, Marrocos, Itália, Grécia, Chipre e Croácia, pela UNESCO como Património Cultural Imaterial da Humanidade, desde 4 de dezembro de 2013 reforça, juntamente com a evidência científica já existente, que se trata de um modelo cultural, histórico e de saúde.

Este padrão alimentar é visto como o mais saudável e mais sustentável no mundo sendo fundamental no campo da saúde pública e nutrição de forma global, mas em especial na zona mediterrânica.

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